VÍCIOS CRÔNICOS

As profundezas do vício:  "Quando eu quiser, eu paro!"

> A virtude é quando se tem a dor seguida do prazer; O VÍCIO, é quando se tem o prazer seguido da dor.

> O vício é uma patologia altamente prevalente e com grandes implicações sociais. Parte das complexas bases neuroquímicas que alteram a consciência e o comportamento parecem ser compartilhadas entre as diferentes substâncias e outras fontes de prazer. Os estudos neurocientíficos nesta área são de extrema importância, pois podem indicar novos caminhos terapêuticos.

> "Quando eu quiser, eu paro!" Essa frase é, frequentemente, o prenúncio de diferentes histórias trágicas. Sem preconceitos, moralismos ou terrorismos: é uma questão de saúde. O vício é um distúrbio crônico que pode ter curso progressivo e complicações graves, às vezes letais. O que caracteriza uma pessoa como dependente é a perda do controle sobre o uso de drogas ou sobre determinados comportamentos. Este é um fato que muita gente tem dificuldade de aceitar: um ser humano pode perder o controle sobre seu próprio comportamento, como se vê quando um viciado não consegue limitar a autoadministração de uma droga, ou quando um indivíduo continua o seu uso apesar da presença concomitante de estímulos dolorosos, ou mesmo do ato em si poder resultar em consequências sabidamente nocivas.

> Existe uma diferença entre beber socialmente e o abuso do indivíduo alcoólatra. De um ponto de vista psiquiátrico, a dependência de substâncias tem aspectos tanto de transtornos do controle do impulso quanto de distúrbios compulsivos. O primeiro grupo tem um caráter mais psicológico e denota um aumento no nível de tensão ou alerta antes do ato impulsivo; prazer, gratificação ou alívio durante o mesmo; remorso, auto-reprovação ou sentimento de culpa após a conclusão. Já os distúrbios compulsivos compreendem disfunções que cursam com alterações em órgãos de vários sistemas do corpo humano. Este componente caracteriza-se por ansiedade e estresse antes da realização do ato compulsivo repetitivo e, simplesmente, alívio desses sintomas após a consumação desse ato. A diferença é que a ansiedade e o estresse, em oposição ao alerta e à tensão, marcadamente atingem vários órgãos (do que são exemplos a taquicardia, a palidez, sudorese e tremores, entre outros sinais e sintomas da abstinência). Além disso, um impulso conduz o indivíduo de um estado neutro para outro de sensações positivas (reforço positivo), como ocorre nas primeiras vezes em que ele faz uso da droga. A compulsão, ao contrário, leva o seu portador de uma situação de sensações negativas (os sintomas) a uma neutra, de alívio dos sintomas (reforço negativo). É o que ocorre nas fases mais avançadas do abuso, quando o vício já está instalado. Assim, quando o indivíduo passa da fase de impulso para a compulsão, há uma troca na qualidade e na intensidade da força que motiva o comportamento. O limite entre essas duas fases pode ser bastante tênue (uma mudança gradual), mas o que não deixa dúvida é que na fase compulsiva o doente já não sente prazer em usar a droga (como esperava no início do abuso), só alivia seus sofrimentos (necessitando de doses cada vez mais altas, devido ao fenômeno da tolerância).


> O interessante é que não só as drogas de abuso (tais como cocaína, nicotina e álcool) elevam os níveis de dopamina no Núcleo Accumbens, mas também certos medicamentos e comportamentos como sexo, jogos, esportes ou o hábito de comprar. Enfim, qualquer situação que gere prazer (hedonismo). Essas situações e substâncias compartilham vias neuroquímicas comuns, o que parece explicar o fato de todas elas poderem ser fontes vício.

 

> Por exemplo, na temperatura do corpo humano: quando ela sobe devido ao esforço físico, o indivíduo sua, perdendo energia térmica pelo suor, o que permite que a temperatura retorne à faixa fisiológica de 35,5 a 37,.°C. Isso porque uma temperatura de 4.°C não seria compatível com a vida. E quando a temperatura cai para 35,.°C por causa de um ambiente muito frio, nós trememos, pois as contrações musculares que geram o tremor produzem calor (a hipotermia severa também não é tolerada por muito tempo). Num caso patológico, como o do comedor compulsivo, por exemplo, a regulação da ingestão de alimentos estimulada pela fome é perdida, o que tem muitas conseqüências no corpo. A sensação de prazer desencadeada pelas situações citadas parece ser a peça-chave no desenvolvimento do vício, através de uma desregulação alostática desse sistema.

 

> Vamos falar sobre os 7 vícios mais comuns e seus perigos:
•    Bebidas Alcoólicas: o alcoolismo acontece em todo o mundo.  O uso abusivo do álcool pode acarretar em diversas doenças, inclusive levar à morte. É caracterizada por uma vontade incessante e constante de consumir bebidas alcoólicas. O efeito do álcool não é só no indivíduo, mas as pessoas próximas sofrem com a violência, a depressão e outras patologias, reflexo do consumo abusivo.
    Cigarro: o tabagismo é uma doença. Começa de forma inocente, reprisando os hábitos de outras pessoas e logo faz parte da rotina. O consumo do tabaco é liberado e é possível encontrá-lo em qualquer estabelecimento de conveniências. Em geral, as pessoas procuram os órgãos de saúde apenas para tratar as doenças quando já estão apresentando os efeitos do cigarro. O surgimento de vários tipos de neoplasias, principalmente o câncer de pulmão estão relacionadas ao consumo do cigarro.
•    Internet: a dependência a internet chega a ser comparável ao álcool e drogas, já que tem efeitos tão graves quanto. Chamado de Transtorno do Vício em Internet, já afeta mais de 50 milhões de pessoas no mundo e seu efeito maior é afastar as pessoas da realidade, fazendo-as perderem o interesse na vida.
•    Celular e Smartphones: o vício em celular ganhou um nome específico “nomofobia”. Representa aquela vontade inquietante de tocar no celular a todo momento, seja para: ver as horas, abrir e-mails, acessar as notícias, ver fotografias e outras facilidades que esta tecnologia permite. Não chega a ser considerado uma doença ou transtorno, mas causa incômodos, problemas de relacionamento, reduz a performance no trabalho, dentre outras.
•    Redes Sociais: diferente da nomofobia, o vício em redes sociais está associado ao estado de necessidade de interação constante. Estar presente nas redes sociais postando fotos, curtindo e consumindo conteúdo o tempo todo, pode esconder transtornos de comportamento e até a depressão. O indivíduo fica refém dos aplicativos, buscando alívio a angústias e frustrações pessoais em imagens, frases de efeito e vídeos publicados nas redes sociais.
•    Jogos de azar e apostas: este tipo de vício pode arruinar completamente a vida de um indivíduo, fazendo-o perder dinheiro e outras posses. O vício em jogos pode estar vinculado à vontade constante de se desafiar, de prova social ou status, a crença que pode iludir ou influenciar outras pessoas, o desespero por dinheiro fácil ou experimentar fortes emoções.
•    Remédios: o vício em remédios pode ser tão letal quanto a dependência de drogas ilícitas potentes. A “farmacodependência” já é uma realidade no Brasil. Para se ter ideia o Rivotril é o 2º remédio mais produzido e vendido no país. O uso de remédio, principalmente os psiquiátricos, cresceu 52% entre 2009 a 2014 (segundo a Secretaria Municipal de Saúde/ SP) . As pessoas abusam da automedicação para obter uma fuga às frustrações e angústias do cotidiano, procurando um abrigo e uma falsa sensação de alegria em medicamentos.

> No início, a obediência a esses rituais cria uma sensação de prazer, mas com o passar do tempo dá lugar à culpa e ao mal-estar por ser incapaz de parar.


  X CRIA-SE O PROBLEMA ........ SE LIVRA DO PROBLEMA (come, bebe, usa droga etc e fica bem) sente prazer e esquece da dor.


  X CRIA-SE A CULPA.... Pensa no que fez e quer se livrar desse problema. (volta para ansiedade)


  X CRIA-SE O PROBLEMA NOVAMENTE. Círculo vicioso.

> FAZENDO O TRATAMENTO COMPLEMENTAR

< Pense no por que você quer ( tal coisa)

< Pensa no que você quer fazer e o quanto você quer fazer isso, pode ser ter vontade o dia todo ou em alguns momentos, geralmente é quanto bate a ansiedade e o desejo.

> Você terá que fazer o exercício até limpar todo o organismo, todos os dias e toda hora que vier o desejo. Você terá que ir limpando aos poucos, não se consegue limpar em uma única vez, por isso deve ter persistência, disciplina e força de vontade. Se der vontade de fazer tal coisa, não faça e faça o exercício, se segure o máximo que conseguir para evitar que o desejo vença a sua força de vontade em resistir.

> 1) Você precisa fazer  de 15 a 20 vezes ao dia, todos os dias, os pontos de reversões repetindo as frases enquanto bate em cada ponto

  **LM - Eu quero parar de (tal coisa)

      AN - Eu vou parar de (tal coisa)

       Q  - Eu parei de (tal coisa) ou Eu consegui parar de (tal coisa) ou Eu consigo parar de (tal coisa).

> 2) Você precisa fazer de 3 a 4 vezes ao dia, todos os dias, os pontos de limpeza das toxinas pensando naquilo que te vicia e te traz o desejo. Bater + ou - 15 vezes em cada ponto.

  ** I - Estou limpando todas as toxinas do meu corpo de (tal coisa).

       LM - Estou limpando todas as toxinas do meu corpo de (tal coisa).

> 3)  Faça o TAPPING nos pontos meridianos a seguir em cada ponto enquanto repete a frase.

 

  ** IS –  AO – AA – C - MI - C - I - C - Essa vontade de (tal coisa - pensando naquilo que está com vontade de fazer)

>ABREVIAÇÕES DOS ALGORITMOS:

 

 

 

 

> TAPPING - Batidas de leve com as pontas dos dedos nos pontos meridianos indicados.

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